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Já experimentou ver através do rótulo?

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Em setembro 4, 2015, Postado por , Em Diversos, Por , , , , Com Nenhum comentário

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Muitas pessoas relatam problemas de relacionamento, especialmente com mães, pais, filhos, colegas de trabalho,…

Talvez você já tenha passado por isso: você pede ajuda para sua mãe e ela simplesmente não pode porque tem os afazeres dela – e isso te deixa chateado, pois afinal ela é sua mãe a pessoa que você deveria contar e… ela não está sendo a mãe que deveria.

Com marido, talvez você tenha pedido para ele te ajudar com as crianças, ou resolver alguma coisa de casa e… ele não pôde porque… bem, você não quer nem saber porque – afinal você faz tudo por esse homem, ainda cuida da casa, trabalha, cuida do filho e … você acha que ele não está cumprindo o papel dele de marido ou de pai que deveria.

E as coisas não param por ai, você vai ao mercado e a caixa do mercado, não exerce o trabalho dela como deveria – está mal humorada, te atende mal, não ajuda, pronto isso é o suficiente para te deixar irritado o resto do dia.

E quando um motorista de taxi faz uma barbeiragem bem na sua frente – putz,… logo ele que é motorista de taxi – nunca poderia fazer isso. Isso te irrita demais, porque uma coisa é uma pessoa que está aprendendo a dirigir fazer isso, outra coisa é um profissional.

Acho que já deu pra ter uma ideia do que são esses fatos e qual a sensação de vivenciar essas situações.

E ai, a maioria das pessoas dizem: você não vai acreditar no acabou de acontecer – estou muito irritada/frustrada/chateada/triste porque…. E você começa: – sabe eu falei com minha mãe, com meu marido, ou fui ao mercado hoje, e….

Pronto, sua energia está em baixa, você está chateado, frustrado, triste, decepcionado.

Algumas pessoas ruminam isso o dia inteiro sem falar nada para ninguém, outras contam pra todo mundo o tal acontecimento e enfatizam o absurdo da coisa – em como fulano ou beltrano foi injusto, grosseiro, insensível, e tantos outros rótulos.

E aí é que está o grande problema!!!

Existe um monte de fatos, questões e coisas envolvidas, mas… podemos identificar 1 ponto que pode mudar a sua maneira de sentir e se relacionar com acontecimentos como esse.

É o Rótulo. Quando olhamos para nossa mãe, pai, marido, filho, vendedor em um loja, etc – vemos o rótulo. Por exemplo, a sua mãe não é a Beth, é a MÃE – e como mãe tem que se comportar dessa e desta maneira e não daquela. Entende.

A palavra mãe traz consigo inúmeros significados – um monte de coisas que captamos do inconsciente coletivo, do que aprendemos a respeito, dos valores relacionados a isso que são passados por outras pessoas.

E… por causa disso criamos, aceitamos, determinamos uma série de regras a serem seguidas – justamente por causa de um rótulo!

Não olhamos aquela vendedora que nos atendeu mal, como uma pessoa que tem problemas, dificuldades, pode estar passando por um dia muito difícil tendo que lidar com várias questões suas internas e externas. Ficamos preocupados com o nosso umbigo e como deveríamos ser tratados e atendidos em nossas expectativas, desejos e regras.

E permitimos que uma coisa tão pequena, nos tire a paz, nos tire o bom humor, a energia positiva, o alto astral.

Supervalorizamos as atitudes negativas, focados em cumprir as regras – sejam nossas ou sociais.

E o outro ser humano que está ali? É um ser humano igual a você – com sentimentos, emoções, sua visão de mundo, expectativas, regras,…

Já experimentou ver através do rótulo? Já se apresentou à sua mãe: Olá, muito prazer, eu sou Inessa uma mulher de 39 anos, casada, com filho, que trabalha e….e olhar para sua mãe como: Muito prazer, Beth! Bom olhar para você como uma mulher de 60 anos, que tem seus sonhos, suas dificuldades, expectativas, e…

Quem tem a ganhar com isso? Mais do que qualquer pessoa – você mesmo, e de bônus os seus relacionamentos.

Você é livre para criar as suas regras e não seguir as regras impostas. E já que são as suas regras, elas devem ser criadas para te favorecer em todos os sentidos – principalmente emocional, sua paz de espírito, seu equilíbrio e a sua capacidade de amar e ser amada e de se conectar com as pessoas que ama.

Uma sugestão, para construir uma realidade melhor pra você: se apresente como ser humano, e veja o outro, seja quem for como outro ser humano – retire os rótulos – flexibilize as regras e crie aquelas que te realizem e te completem.

Por exemplo, para mim a regra é que eu sou a única responsável pela minha vida, pela minha felicidade e pelos meus problemas – eu posso e quero dar conta deles. Posso pedir ajuda sim – será sempre muito bem vinda e muitas vezes é a salvação da lavoura. Mas, não posso transferir uma responsabilidade que é minha para o outro e nem culpa-lo por isso.

Bem, eu já me apresentei para minha família como um ser humano como outro qualquer, cheio de erros e imperfeições e também muitas qualidades e a única regra que eu espero ao agir assim é que eu seja vista com Inessa, só. Não como filha, mãe, mulher, professora, coach, palestrante – simplesmente Inessa.

E… já tive essa conversa de apresentação com minha mãe: sobre quem ela é, enquanto ser humano e pessoa e não apenas enquanto minha mãe. Vocês não têm noção no salto que o nosso relacionamento deu.

Não estou sugerindo que tenha esse tipo de conversa – acredito que para ver por trás do rótulo ela não é necessária – apenas retire sua máscara do rótulo que seja que você tenha colocado em você ou esteja aceitando que coloquem e faça o mesmo com os outros – retire os rótulos que estava colocando.

O benefício disso você precisa sentir. É ter a paz, o contentamento, a leveza dentro de si. E isso, não tem preço, simplesmente porque não pode ser comprado – você precisa desenvolver esse músculo, essa habilidade – esse dom que está dentro de você, que foi subvertido pelos padrões sociais – que você tem a liberdade de quebrar e criar outros mais saudáveis.

Bora transformar!!!

Com carinho,

Inessa Franco

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