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Você fica engasgado?

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Quantas vezes você já se pegou chateada com alguém por algo que a pessoa tenha feito ou falado, e não falou sobre o que estava sentindo?!  E o resultado, normalmente é desastroso: a autoestima despenca, porque nos sentimos tristes, magoados, excluídos, abandonados, desvalorizados.  Porque não falamos sobre o assunto a dor parece que fica latejando e a tendência é que fiquemos mal humorados, rabugentos, carentes, introspectivos, fechados, …

Muitas vezes a pessoa (que julgamos ser a “agressora”) percebe que estamos diferentes – afinal, na maioria das vezes, essa é a ideia: mudar o comportamento para sermos notados – entretanto, apesar disso, quando somos questionados do porque estamos assim, desperdiçamos a oportunidade que clarear as coisas da melhor maneira possível: conversando; e optamos por dizer que não é nada; ou em ignorar a pergunta e/ou pessoa; ou nos fazemos de vítima ou ainda atacamos ferozmente.

Entretanto, na maioria das vezes, o que houve em verdade foi uma falha na comunicação.  O pretenso agressor, em verdade, não teve a intenção de causar o dano que dizemos ter sofrido.  Quando situações deste tipo ocorrem e as pessoas conversam civilizadamente, na imensa maioria das vezes, cada componente atribuiu um significado diferente à mesma situação pautado na maneira de cada um ver o mundo e a questão.

Somos todos humanos, porém somos únicos, com vivências diferentes, o que nos traz uma singularidade de ser, agir, pensar e sentir que não nos permite exigir do outro que sejam como nós, para que atendam às nossas expectativas de acordo com as nossas perspectivas.

Atribuímos ao outro uma responsabilidade que é nossa.

Se quisermos melhorar a nossa qualidade de vida através da melhora na qualidade dos nossos relacionamentos é melhor aprendermos a esclarecer o mal entendido para seguirmos livres e felizes.

Quando nos colocamos no lugar da outra pessoa e entendemos a sua maneira de pensar as coisas ficam mais simples.

Antes de se martirizar sobre algo, não seria interessante entender o que de fato a pessoa fez ou falou, qual era efetivamente a intenção dela e a forma dela ver o mundo e as coisas?!

Na maioria das vezes a atitude que consideramos de alguma forma “direcionada” a nós não tem nada a ver com a gente.

Cada pessoa é para si mesma centro do universo, e ainda que também sejamos assim, esquecemos disso e julgamos que a atitude da pessoa tem relação com a gente, quando em verdade a pessoa estava apenas focada nela mesma.

A proposta é: quando achar que algo não lhe caiu bem, converse – procure entender o outro, a forma dele ver o mundo e como e porque agiu de determinada forma, ao invés de se envenenar com as minhocas que escolhe alimentar.

E se tiver difícil de falar na hora, não tem problema, as vezes precisamos de tempo para elaborar, respeite-se: (não alimente raiva, rancor, melancolia, etc.) significa que vai pensar sobre o que aconteceu, organizar as ideias, para expô-las da melhor forma possível, com menos emoção, no momento, talvez, mais adequado e oportuno.

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